Tendências de RH
Eventos de RH: Sesame participa da 6ª edição do CORH
Veja como foi a 6ª edição do CORH, realizada em Araraquara com profissionais de mais de 20 municípios do interior paulista.
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Veja como foi a 6ª edição do CORH, realizada em Araraquara com profissionais de mais de 20 municípios do interior paulista.
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Lukas Letieres
HR Consultant
22 de setembro, 2026
A Sesame HR marcou presença na sexta edição do CORH, um dos principais eventos de RH do interior paulista, como marca parceira do congresso. O evento foi realizado nesta terça-feira, 15 de setembro, no SEST SENAT de Araraquara, e reuniu profissionais, lideranças e empresas de mais de 20 municípios da região, com mais de 7 palestrantes e 8 horas de conteúdo, sob o tema “RH que move o negócio”.
Além de participar como expositora, com um espaço dedicado a apresentar a plataforma ao longo do dia, a Sesame também esteve no palco: Felipe Almeida, especialista em RH e embaixador da marca no Brasil, discutiu a importância da comunicação interna para o engajamento das equipes.
O CORH nasceu de uma necessidade que a organizadora Sandra Cavallari já percebia há anos: criar no interior um espaço de atualização, troca e conexão entre profissionais de RH, lideranças e empresas. Antes mesmo do congresso ganhar esse nome, ela já promovia encontros e grupos de estudo voltados à área de recursos humanos. Em 2021, esse movimento ganhou identidade própria e o CORH nasceu oficialmente.
Ao longo das seis edições, o evento cresceu em estrutura, alcance regional, diversidade de empresas, parceiros e palestrantes, além de ganhar profundidade nos temas abordados. Em 2025, a programação girou em torno de gestão humanizada e saúde mental. Em 2026, o congresso avançou para uma discussão mais estratégica, com o tema “RH que move o negócio”.
Outro marco desta edição foi a mudança de cidade-sede: o CORH saiu de Monte Alto, onde nasceu, e chegou a Araraquara, ampliando o alcance para profissionais e empresas de cerca de 20 municípios da região.
“Eu via, há anos, que faltava no interior um espaço de atualização e troca genuína entre profissionais de RH. O CORH nasceu dessa necessidade, antes mesmo de ter esse nome. Levar o congresso para Araraquara foi um passo natural: a cidade está no centro de uma região com cerca de 20 municípios que enfrentam os mesmos desafios de gestão de pessoas.”
Araraquara ocupa uma posição estratégica, cercada por municípios com forte atividade empresarial nos setores industrial, agropecuário, de serviços, logística, tecnologia e comércio. O interior paulista concentra um volume relevante de negócios: regiões como o Vale do Paraíba somam mais de 300 mil empresas com registro ativo, segundo levantamento da Leadjet (2026) a partir de dados públicos de CNPJ, em um estado que soma 6,5 milhões de empresas ativas ao todo.
Esse volume de empresas normalmente não tem acesso fácil aos grandes congressos nacionais de RH, concentrados nas capitais. Sandra Cavallari reconhece a importância desses eventos, mas defende que o CORH tem outra proposta: aproximar o conteúdo da realidade regional, colocando na mesma sala profissionais de RH, empresários, gestores, consultores e fornecedores que atuam em cidades próximas e enfrentam desafios semelhantes, muitas vezes sem nunca terem se conhecido.
Há também uma questão prática de acesso. Nem toda empresa consegue enviar profissionais para São Paulo ou para congressos nacionais, considerando inscrição, viagem, hospedagem e tempo de deslocamento. Ao trazer conteúdo relevante para perto, o CORH amplia o acesso ao desenvolvimento profissional sem esse custo.
Para Sandra Cavallari, um dos aspectos mais relevantes do CORH é que os resultados não terminam quando o evento acaba. Ao longo das edições, profissionais ampliaram suas redes de relacionamento, fornecedores encontraram novos clientes, empresas conheceram soluções que passaram a utilizar, e participantes levaram as discussões do congresso para dentro de suas organizações.
Também surgiram parcerias profissionais e conexões entre empresas, times de RH e especialistas que provavelmente não aconteceriam fora desse ambiente de aproximação. Mas há um resultado que Sandra considera ainda mais importante, e nem sempre fácil de medir de imediato: a mudança de repertório, quando uma palestra leva um profissional a questionar uma prática ou rever a forma de liderar.
Sandra destaca que o congresso não foi pensado apenas para reunir palestras. Para ela, o objetivo vai além do dia do evento:
“O CORH não foi pensado apenas como um evento para assistir palestras. Ele foi construído para provocar conversas e gerar movimento depois do congresso.”
O fio condutor da sexta edição nasceu de uma mudança real no papel da área: RH não é mais função operacional ou de suporte. As empresas hoje esperam profissionais capazes de compreender estratégia, indicadores, processos, tecnologia e cultura, sem deixar de entender profundamente de pessoas.
Por trás do tema está uma provocação central sobre como demonstrar, na prática, que a gestão de pessoas impacta o resultado do negócio. Para isso, a programação, conduzida pelo jornalista e especialista em gestão de RH Evandro Batista, passeou por temas como liderança, cultura organizacional, comunicação interna, processos de RH e direito trabalhista, sempre conectando pessoas, tecnologia e comportamento aos desafios reais das organizações.
O CORH chegou à sexta edição saindo de Monte Alto para Araraquara, ampliando o alcance para profissionais e empresas de cerca de 20 municípios do interior paulista. Para Lukas Letieres, Country Manager Brasil da Sesame HR, essa expansão resume por que a presença da Sesame HR no evento é tão importante:
“Participar do CORH é estar ao lado de profissionais e empresas de mais de 20 municípios do interior paulista, com desafios de gestão de pessoas tão complexos quanto os de qualquer outra cidade brasileira. O tema deste ano, ‘RH que move o negócio’, dialoga direto com o que defendemos, de que a gestão de pessoas não é uma função isolada e deve ser parte da estratégia da empresa.”
Segundo Sandra Cavallari, o principal diferencial do CORH está na combinação entre conteúdo, proximidade, relacionamento e propósito. O evento é construído com qualidade e estrutura profissional, mas sem perder a proximidade: o participante conversa com o palestrante, conhece outras empresas, faz networking e encontra soluções dentro do próprio ecossistema do congresso.
Existe também uma curadoria cuidadosa por trás da programação, que não busca apenas nomes ou tendências, e sim assuntos que façam sentido para o que empresas e profissionais estão vivendo. Para patrocinadores e expositores, como a própria Sesame HR, o CORH reúne um público bastante direcionado, formado por profissionais de RH, gestores e empresários que participam ou influenciam decisões dentro das organizações, o que gera visibilidade, relacionamento e oportunidades comerciais de forma orgânica.
Chegar à sexta edição e levar o CORH pela primeira vez para outra cidade reforça que o congresso vai além de reunir palestras: ele fortalece um ecossistema regional de pessoas, negócios e desenvolvimento.
A trajetória do CORH mostra que existe demanda real no interior por conteúdo de qualidade, networking e desenvolvimento profissional, sem que as pessoas precisem se deslocar até os grandes centros. O interior tem empresas relevantes, profissionais qualificados e desafios de gestão tão complexos quanto os das capitais.
Para quem lidera equipes de RH fora das capitais, participar de eventos regionais como o CORH é também uma forma de acessar tecnologia e boas práticas de gestão de pessoas mais perto de casa. Conhecer um software de RH que sustente essa gestão no dia a dia é o próximo passo natural depois do evento.