Controle de ponto

Ponto eletrônico via smartwatch: o que avaliar antes de adotar

Saiba como funciona o ponto eletrônico via smartwatch, o que avaliar e como integrá-lo com um software para controle de ponto com segurança.

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Lukas Letieres

HR Consultant

ponto eletrônico via smartwatch

29 de janeiro, 2026


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O uso de ponto eletrônico via smartwatch está começando a chegar às empresas da mesma forma que o registro por aplicativo chegou há alguns anos: primeiro como curiosidade, depois como conveniência, e, rapidamente, como uma solução prática para equipes em movimento constante.

Em setores com alta mobilidade, o relógio no pulso reduz atrito, evita filas, agiliza rotinas e simplifica o ato de registrar jornada.

Mas, para que isso funcione sem risco, o smartwatch precisa operar em conjunto com um software para controle de ponto, que valide a marcação, registre o dado corretamente e garanta conformidade. Sem essa camada, o wearable vira apenas um atalho tecnológico, e não uma solução confiável de jornada.

A seguir, veja o que realmente importa na adoção desse tipo de registro e como avaliar se ele faz sentido para a sua operação.

O que é ponto eletrônico via smartwatch e por que ele começa a ganhar espaço?

Registrar a jornada pelo relógio não é apenas uma modernização do processo: é uma resposta direta ao comportamento das operações atuais. Em empresas com equipes externas, deslocamentos frequentes, atendimentos distribuídos ou início de turno fora da sede, a marcação de ponto por relógio reduz barreiras. O colaborador não precisa chegar até um dispositivo fixo; o dispositivo vai com ele.

Outro fator é a familiaridade. O smartwatch já está integrado ao cotidiano, notificações, saúde, pagamentos, e encaixar o ponto nesse ambiente reduz resistência. Quando a fricção cai, a taxa de marcação sobe e a rastreabilidade melhora, como destaca Tiago Santos, vice-presidente de Comunidade e Crescimento da Sesame HR:

“Smartwatch no ponto não é sobre tendência; é sobre eficiência. Se a marcação acontece onde o trabalho acontece, a empresa ganha precisão e perde ruído.”

Essa é, no fim, a grande virada: o registro deixa de competir com a rotina e passa a acompanhar a rotina.

O que avaliar antes de adotar ponto eletrônico via smartwatch

A adoção desse modelo exige cuidado. O smartwatch pode facilitar o registro, mas só entrega valor quando insere o dado dentro de um fluxo confiável. Um uso mal implementado cria risco, e um uso bem estruturado elimina etapas, acelera processos e reduz erros. Antes de avançar, avalie estes pontos essenciais:

  • Validade legal e política interna: o registro via wearable precisa seguir a mesma rastreabilidade exigida por qualquer sistema de ponto: logs, identificação do usuário, regras e histórico.
  • Segurança e autenticação: é fundamental garantir que o relógio identifique corretamente quem está marcando, seja via login no dispositivo, integração com app corporativo ou validação biométrica.
  • Conectividade e funcionamento offline: em campo, a conexão pode falhar. O smartwatch deve registrar mesmo sem internet e sincronizar automaticamente depois.
  • Integração com o software para controle de ponto: o dado precisa cair no sistema oficial, com registro único, sem duplicidade e sem caminhos paralelos. Tudo deve alimentar o mesmo histórico.
  • Prevenção a fraudes e inconsistências: o smartwatch deve registrar hora, local e identidade, evitando que a marcação seja feita longe do posto de trabalho ou por terceiros.
  • Ergonomia e adesão do time: nem toda operação se adapta a wearables, setores com atividades manuais pesadas, EPIs rígidos ou risco de dano ao dispositivo podem exigir alternativas.
  • Custo e manutenção: bateria, trocas, higienização e reposição precisam entrar na conta, especialmente em operações com grande volume de colaboradores.

Como lembra Tiago, tecnologia só funciona quando aguenta o ritmo real da operação:

“Ponto é um sistema que precisa acertar sempre. Se falhar justamente quando a operação está em movimento, deixa de ser solução e vira gargalo.”

O smartwatch não resolve tudo sozinho. Ele resolve quando está plugado em um processo.

A Sesame HR: ponto eletrônico seguro e integrado, com suporte para múltiplos dispositivos

Quando a empresa avalia registrar jornada por smartwatch, a pergunta central não é “o relógio funciona?”, mas sim: “o dado chega ao sistema certo, do jeito certo e sem risco?”

É aqui que a Sesame HR se diferencia. A plataforma oferece um software para controle de ponto robusto e flexível, preparado para receber registros de diferentes dispositivos: smartphone, tablet, desktop, totens NFC e, dependendo da configuração, wearables como smartwatches. Com isso, a empresa ganha:

  • Registro unificado da jornada, independentemente do dispositivo usado.
  • Regras configuráveis para descanso, horas extras, turnos e exceções.
  • Histórico completo, com logs auditáveis e trilha de validação.
  • Integração nativa com escalas, ausência e gestão de equipes.
  • IA para identificar padrões de horas extras, atrasos e jornadas críticas, apoiando decisões mais precisas.
  • Experiência fluida para o colaborador, sem atrito no dia a dia.

Além da gestão do ponto, a plataforma integra outras funcionalidades essenciais para a rotina do RH:

No fim, o smartwatch é apenas o meio. A inteligência está no sistema que transforma a marcação em informação confiável, e é isso que a Sesame HR entrega.
Se você quer testar na prática como a plataforma organiza o ponto e toda a jornada, há teste grátis disponível.

Cristina Martín

Diretor de Recursos Humanos | LinkedIn | | Web | +post

Sou uma profissional com mais de 20 anos de experiência em diferentes áreas de Recursos Humanos, como recrutamento, treinamento, prevenção de riscos ocupacionais e gerenciamento de pessoal.

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