Tendências de RH

Felipe Almeida é o novo embaixador da Sesame HR no Brasil

A Sesame HR anuncia Felipe Almeida como embaixador oficial no Brasil. Saiba como essa parceria se conecta aos desafios reais da gestão de pessoas em empresas em crescimento.

Lukas Letieres

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Lukas Letieres

HR Consultant


27 de abril, 2026


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Em mais um passo estratégico para consolidar sua presença no mercado brasileiro, um dos mais importantes para a expansão global da empresa, a Sesame HR anuncia Felipe Almeida como seu embaixador oficial no país. A escolha não é casual. Felipe é uma das vozes mais relevantes do RH brasileiro no LinkedIn, com quase 500 mil seguidores e o reconhecimento como Top Voice Next Gen, mas o que realmente selou a parceria foi algo mais profundo: o alinhamento genuíno entre o que ele defende e o que a Sesame acredita.

Inclusão, diversidade, tecnologia a serviço das pessoas, cultura organizacional que vai além do discurso – esses são temas que Felipe trabalha com consistência em seus conteúdos há anos. São também os pilares que orientam a forma como a Sesame HR pensa o RH. Quando os valores já existem antes da parceria, o que vem depois não é estratégia, é consequência.

Uma voz que o mercado já ouvia -agora também fala pela Sesame

Felipe Almeida não chegou a quase meio milhão de seguidores por acidente. Chegou por critério. “As pessoas que me acompanham acreditam no que eu compartilho porque sabem que existe critério, consistência e coerência nas escolhas que faço”, afirma. Essa confiança é o ativo mais valioso que ele traz para a Sesame HR no Brasil. E

m um mercado onde tecnologia virou commodity e todo mundo diz ter a solução, credibilidade é o que diferencia. Sobre seu papel, Felipe é direto:

“O meu papel como embaixador é conectar. Conectar a Sesame ao mercado brasileiro de forma relevante, consistente e, principalmente, com credibilidade.” E essa conexão, para ele, tem uma dimensão essencialmente humana: “Eu gosto de gente, gosto de construir pontes, de gerar conversas que façam sentido. E meu papel é justamente esse: aproximar, gerar confiança e ajudar a traduzir essa inovação para a realidade das empresas aqui no Brasil.”

A missão vai além de amplificar uma marca. “Não é sobre amplificar uma marca por visibilidade. É sobre representar uma solução na qual eu realmente acredito e que enxergo valor para o mercado brasileiro”, explica.

A Sesame, segundo ele, chega em um momento preciso: “O mercado precisa mais do que tecnologia. Precisa de conexão, de entendimento do contexto local e de construção de relações sólidas.”

Uma relação que, nas suas palavras, foi construída antes de qualquer contrato. “O cuidado e a proximidade do time ao longo desses meses tiveram um peso importante, além, claro, da minha confiança nas soluções que a Sesame oferece e no valor que elas geram para o mercado.” E a conclusão é simples: “No fim do dia, é sobre juntar forças para acelerar um movimento que eu acredito.”

RH brasileiro: muito discurso, pouca estrutura, e uma oportunidade real

A chegada de Felipe Almeida como embaixador acontece em um momento em que ele próprio não economiza nas críticas ao setor. “Vejo o RH no Brasil falando muito sobre o futuro do trabalho, mas ainda com desafios básicos no presente que não foram resolvidos. E nenhum futuro se sustenta quando o agora já está desalinhado”, dispara.

Em empresas em crescimento, esse descompasso é ainda mais visível. Para Felipe, existe uma tentativa constante de replicar modelos de fora sem considerar o contexto brasileiro.

“Nossa realidade é diferente e exige um olhar mais pragmático e adaptado. Acompanhar os avanços, como a inteligência artificial, é fundamental, mas o ponto não é copiar, é traduzir. Entender o que realmente faz sentido para o Brasil. O RH que ganha espaço é o que organiza o presente, conecta pessoas ao negócio e só então escala inovação.”

No recrutamento, o diagnóstico segue a mesma lógica, segundo ele, já que “muitas empresas falam sobre cultura, experiência e inovação, mas ainda operam com processos desorganizados e pouca leitura real do próprio negócio. No recrutamento, isso aparece na dificuldade de atrair talentos, principalmente em funções operacionais, sem revisar proposta de valor e contexto.”

Sobre a corrida pela inteligência artificial, o profissional resume em uma frase: “A IA chegou, mas sem estrutura ela só acelera erro.”

Quando o assunto é tecnologia, ele vai além: “O principal ponto de evolução não é tecnologia, é como a tecnologia está sendo usada. Muita empresa ainda está automatizando processos que já eram ineficientes, sem parar antes para revisar, simplificar e estruturar. E aí a IA entra só para acelerar o problema, não para resolver. Falta esse passo anterior: entender o processo, organizar o básico e só depois envolver tecnologia.”

É exatamente nessa interseção, entre o pragmatismo de quem conhece o chão de fábrica do RH e a visão de quem está construindo o futuro da gestão de pessoas, que Felipe Almeida e a Sesame HR se encontra.

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Cristina Martín

Diretor de Recursos Humanos | LinkedIn | | Web | +post

Sou uma profissional com mais de 20 anos de experiência em diferentes áreas de Recursos Humanos, como recrutamento, treinamento, prevenção de riscos ocupacionais e gerenciamento de pessoal.

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